Quero iniciar este "novo filho" com o tema "desalinhados". Todos nós, num determinado momento da nossa vida já nos sentimos pouco alinhados com algo, que pode ser uma pessoa, uma situação, um local ou até mesmo com o nosso umbigo.
Existe facilidade em encontrar estes "desalinhados", uma vez que normalmente, são sempre os mesmos: casamento, emprego, situações sociais, família e a fantástica 1ª pessoa do singular.
Vou começar por abordar uma das "instituições" que para mim mais facilmente desalinha: o casamento!
Talvez por já ter um divórcio no meu "currículo", este é um ponto ao qual confiro uma importância maior. Porque é que um casamento acaba? Porque é que ao final de alguns anos de vida em comum, já temos pouca ou nenhuma paciência para aquela pessoa que se deita connosco todas as noites? Se pensam que vão ter uma resposta às vossas "aflições", podem sair do blog e ir ler um livro de terapia familiar (apesar do resultado final da leitura não ser muito diferente).
Eu tenho uma resposta, tu terás outra, ele terá outra e nenhuma delas encerrará a verdade absoluta, o Santo Graal que prolongaria o casamento/relacionamento.
A minha resposta é: os casais deixam de ser 1 + 1 e passam a utilizar as outras operações aritméticas para definir a vida em conjunto 1 x 1, 1 : 1 e 1 - 1, interessante notar que só a 1ª operação é que dá dois, a 2ª e a 3ª dão como resultado um e a 4ª dá um zero redondo.
Um casal tem de ser na minha opinião 1 + 1, o resultado é dois, mas o mesmo é obtido com a individualidade de ambos. Esta soma acontece porque existe um objectivo, uma vontade, um desejo, sempre comum aos dois.
As outras três operações aritméticas do casamento, até se podem aguentar, mas isso quase sempre sucede devido ao comodismo do presente, medo do futuro, filhos, crenças religiosas ou qualquer outro motivo que seja considerado válido.
Há uns anos atrás lembro-me de 2 bonecos que pareciam o casal perfeito, porque a frase que os caracterizava "Amor é" transmitia segurança, mas poucas coisas são eternas e acabei de saber que já se divorciaram há algum tempo!!!

Amor era ...
Como prenda inaugural.... votos de grande sucesso com esta tua iniciativa!
ResponderEliminar"Amor é... ou era..." será que vale a pena entendê-lo? Porque não vivê-lo? Senti-lo, partilhá-lo, reprimindo-o ou largando-o... não passa de um conjunto de momentos... construções do nosso Eu que têm maior ou menor impacto no Outro, mas que concerteza nos marcam no nosso rasto de vida.
E são essas marcas que nos devem fazer sorrir e gostar do que vemos atrás de nós.
Sorri, sorri muito e não te percas com momentos e lembranças que não te façam sorrir, só assim poderás encarar o que tens pela frente com vontade de investir, ganhar, seduzir e viver! Um beijo de... MIM. GMT
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ResponderEliminarVotos de muitos motivos de inspiração positiva para reflectir e escrever!..
ResponderEliminarAnita