domingo, 31 de maio de 2009
Ternura dos 40
Sempre que ouvia o título da música do Paco Bandeira, ria ... "ternura dos 40"?
Hoje foi o 1º dia em que escutei a música e percebi o porquê da canção estar a atravessar gerações.
Estou quase com 40 anos, faltam 6 meses e 1 semana e identifiquei-me com a letra da canção do Paco (não sei se sabem mas é diminutivo para Francisco) ... e digo-vos que sinto um "arrepio na espinha" quando penso nos 40's.
Alguns pontos, no meu contexto actual, do que é "dobrar a esquina" para os "entas"
- Mais de metade da esperança de vida para o sexo masculino em 2009; (deduzo que meia vida já passou)
- A necessidade de fazer a análise ao PSA com uma certa regularidade; (porque o toque rectal é outra história ...)
- Encontrar conhecidos no supermercado que já não víamos há 25 anos; (o problema são os nomes ...)
- Ter uma filha a 3 anos de fazer 18, com quase todos os problemas típicos da adolescência; (sou pai de uma adolescente com poucas borbulhas)
- Não ter qualquer bem em meu nome, excepção feita a um lugar de parqueamento; (e está à venda, se alguém estiver interessado)
- Estar numa situação laboral incerta; (os hospitais e outros serviços de saúde, pensam muito nas lombalgias dos tipos de 40 e por isso colocam miudos novos)
- Nao saber ainda o que pensar do Amor; (será que o Amor existe ou é apenas uma "miragem"?)
- Já não conseguir correr 2400 metros em 8 minutos; (12 ... 13 e já é muito bom)
- Possuir por vezes o síndrome de Peter Pan; (apetece-me tantas vezes ser menino)
- A noção da existência de tantas coisas que gostaria de fazer (não escrevi o livro, não conheço o Canadá, Itália e Suiça, nunca fui a Montesinho, à Serra da Cabreira ou a terras da mãe-pátria com nomes esquisitos - Pínzio, Cetos ou Sonim)
Esta prosa já tem misturada uma grande dose de sono. Despeço-me com um excerto da canção do Paco Bandeira.
"Meus amigos
Importante é o sorriso
Para seguir viagem
Co'a coragem que é preciso
Não adianta
Deitar contas à vida
A ternura dos quarenta
Não tem conta nem medida"
P.S. Ouçam a canção!!!
terça-feira, 26 de maio de 2009
Google Logos
Já há bastantes anos que aprecio a arte dos "google logos" e chegou a altura de partilhar este meu gosto aqui no blog. Desde 1999 que conheço esta arte de forma singela, mas só ontem a conheci em forma de colecção.
Deixo aqui 2 dos meus preferidos e links de sites onde poderão encontrar muitos mais!
Vale a pena "perder" uns minutos e ir lá "cuscar" ...


http://www.google.co.uk/holidaylogos.html
http://www.google-logos.com
Deixo aqui 2 dos meus preferidos e links de sites onde poderão encontrar muitos mais!
Vale a pena "perder" uns minutos e ir lá "cuscar" ...


http://www.google.co.uk/holidaylogos.html
http://www.google-logos.com
quarta-feira, 20 de maio de 2009
"Monos de Lisboa"
Nasci em Lisboa e adoro a minha cidade, mas há coisas que me tiram do sério. Para extravasar parte da minha "angústia" pela poluição visual existente nesta linda polis, decidi criar a rubrica "Monos de Lisboa", onde serei cáustico com tudo o que me perturba os olhos e consequentemente a mente.
Vivi durante alguns anos nos Olivais e nesse quarto de pulmão da cidade, encontrei aquele que eu considero ser um dos piores atentados ao bom gosto. Num dos sítios mais arborizados de Lisboa, colocaram uma escultura em ferro com 5,30 metros de altura e peso de 3 toneladas. Chama-se Recriação e é da autoria de um "artista" chamada Lúcio Bettencourt. Mais um pormenor, esta "obra de arte" é pertença da Câmara Municipal de Lisboa.
Ora vejam ...
Vivi durante alguns anos nos Olivais e nesse quarto de pulmão da cidade, encontrei aquele que eu considero ser um dos piores atentados ao bom gosto. Num dos sítios mais arborizados de Lisboa, colocaram uma escultura em ferro com 5,30 metros de altura e peso de 3 toneladas. Chama-se Recriação e é da autoria de um "artista" chamada Lúcio Bettencourt. Mais um pormenor, esta "obra de arte" é pertença da Câmara Municipal de Lisboa.
Ora vejam ...
terça-feira, 19 de maio de 2009
Assembleia na Carpintaria

Amanhã, no local onde trabalho, efectuarei uma reunião de serviço onde utilizarei esta Fábula para a finalizar.
Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembleia. Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa?
Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque, o parafuso concordou mas, por sua vez, pediu a expulsão da lixa.
Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembleia reativou a discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: "Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos.
Assim, nao pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes".
A assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato.
Sentiram-se então como uma equipa capaz de produzir móveis de qualidade.
Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos.
Ocorre o mesmo com os seres humanos.
Basta observar e comprovar.
Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios!!!!
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Fotografias com Piada (1)
terça-feira, 12 de maio de 2009
Cinemateca de Tocaviva (Take 1)
Adoro Cinema, se pudesse passaria dias a apreciar a arte iniciada pelos Irmãos Lumiére.
As escolhas efectuadas para esta "Cinemateca" não irão ser sequenciadas por ordem preferencial. Todos os filmes aqui referidos, são importantes para mim. O que motiva estas escolhas? Pode ser o argumento, a música, o local onde a acção decorre, um actor, uma actriz, as boas recordações que possa associar ao filme, para mim existem "n" razões que servem para justificar as preferências.
Inicio esta "rubrica" com "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain", filme de 2001, com um excelente desempenho de Audrey Tautou e acção a decorrer em Paris.
Amo este filme por diversas razões. É uma comédia romântica bem conseguida, com uma excelente actriz, a acção decorre na minha cidade europeia favorita e a música de Yann Tiersen envolve-nos no argumento.
Para ficarem com o "bichinho" de verem ou reverem este filme deixo-vos 2 vídeos do You Tube (especial atenção ao 2º)
As escolhas efectuadas para esta "Cinemateca" não irão ser sequenciadas por ordem preferencial. Todos os filmes aqui referidos, são importantes para mim. O que motiva estas escolhas? Pode ser o argumento, a música, o local onde a acção decorre, um actor, uma actriz, as boas recordações que possa associar ao filme, para mim existem "n" razões que servem para justificar as preferências.
Inicio esta "rubrica" com "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain", filme de 2001, com um excelente desempenho de Audrey Tautou e acção a decorrer em Paris.
Amo este filme por diversas razões. É uma comédia romântica bem conseguida, com uma excelente actriz, a acção decorre na minha cidade europeia favorita e a música de Yann Tiersen envolve-nos no argumento.
Para ficarem com o "bichinho" de verem ou reverem este filme deixo-vos 2 vídeos do You Tube (especial atenção ao 2º)
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Desalinhados (Parte 4)

Penso que é altura de deixar de falar nos relacionamentos e começar a abordar o tema emprego. Este é para mim, sem dúvida, um dos temas mais desalinhados numa grande percentagem de pessoas com vida profissional activa.
A razão deste pragmatismo tem a ver com o grande número de individuos que "queimou as pestanas" durante um curso superior e que agora se encontra no desemprego ou a executar tarefas completamente distintas da sua preparação académica, mas existem outros motivos para este desalinhamento, o cansaço de anos de profissão ou a evolução negativa da profissão desempenhada.
Durante a frequência do curso de Biologia na FCUL, existia uma certa rivalidade com os colegas de Geologia, uma vez que estes eram considerados por nós (projectos de biólogos), os parentes mais pobres do C2. E lembro-me que nessa altura no nosso Departamento "corria" uma piada sobre geólogos. A mesma era formulada através de uma interrogação ... o que é que um geólogo desempregado diz para um geólogo empregado? Resposta: um Big Mac por favor! Já estão a ver o que se pensava das saídas profissionais dos geólogos, infelizmente, neste momento a piada também pode ser adaptada aos biólogos e à maior parte das categorias profissionais.
O meu caso enquadra-se no desgaste profissional, possuo 2 licenciaturas (Enfermagem e Biologia) e ao longo dos últimos anos tenho-me sentido dividido entre o exercício da Enfermagem e a docência na área das Ciências da Terra e da Vida. Para mim, enfermagem é relação de ajuda, enquanto docência é orientação e transmissão de conhecimentos. Divido-me entre 2 amores, recompensadores, mas ao mesmo tempo, muito desgastantes. São ambas profissões de entrega, mas em que o esforço colocado ao serviço dos outros, nem sempre é reconhecido. E apesar de se estar nestas profissões com altruismo, em espírito de missão, ao final de alguns anos, o cansaço começa a fazer algumas brechas na parede da disponibilidade.
Neste momento, exerço enfermagem, não tendo relação com a docência. Talvez pelos anos que já levo de exercício nesta profissão, sinto-me cansado e por vezes, penso que um ano sabático seria proveitoso para tentar encontrar um novo rumo, quem sabe, mais alinhado com a minha forma de ser e estar.
Hoje, permito que William Shakespeare termine o post ... "o trabalho agradável é o remédio da canseira".
domingo, 10 de maio de 2009
Desalinhados (Parte 3)

Neste momento são 3.28 am, acordei há alguns minutos e na falta de vontade de virar para o outro lado e tentar adormecer, decido pegar no computador e escrever algo. Nos posts anteriores, quando abordo a desconfiança, vejo a mesma de uma forma obsessiva, um sentimento que não é light. A existência de cumplicidade, espaço próprio, amor, são "factores relacionais" que deviam excluir sentimentos menos positivos.
Se algo estiver a falhar, as pessoas intervenientes, devem ter maturidade suficiente para colocarem as "cartas na mesa" e dessa forma tentar encontrar um caminho possível para a viagem que estão a realizar. Por vezes, o destino seguinte tem que ser alterado, senão só um ou mesmo nenhum chegará à base planeada anteriormente.
Uma relação não é uma linha recta, gosto de pensar nela como um traçado cardíaco, onde existe a onda p, o complexo qrs e as ondas t e u.
As ondas p,t e u ficam acima da "linha condutora", sendo a p maior que a t e esta maior que a u, penso nelas como emoções que deviam suceder ao longo do dia, o telefonema, o bilhete, a atenção aos pormenores da conversa do outro, o espaço para a individualidade, resumindo, algo que proporcione prazer. O complexo qrs é diferente das ondas, aqui temos um pico (r), que seria uma emoção forte e um regressar depois à realidade da "linha condutora", mas mergulhando antes, ligeiramente no vale (s). Mas isso parece-me aceitável, quem é que depois de uma emoção forte, não se vai abaixo quando tem de regressar à "vida habitual". Aqui, no vale (s) também se pode considerar a hipótese de ser um pequeno problema relacional, mas nesta altura, o importante é saber que a onda t, u e p, aparecerão rapidamente e um novo complexo qrs estará logo a seguir a elas. Quando estas ondas e o complexo desaparecem da nossa vida, aí temos uma linha horizontal que pode significar fim de relação, sendo nessa altura necessária a utilização de "massagens ou choques" para reanimar, mas se isso não resultar, a mesma morreu. O coração da relação deixou de bater.
Para finalizar, deixo uma frase do escritor Leão Tolstoi para reflectir ... "o amor começa quando uma pessoa se sente só e termina quando uma pessoa deseja estar só".
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Maio 8
the most beautiful person in the world
Cada um de nós, numa determinada altura da vida, encontrou a pessoa mais bela do mundo!
Cada um de nós, numa determinada altura da vida, encontrou a pessoa mais bela do mundo!
Desalinhados (Parte 2)

Mais um post a abordar o tema desenvolvido anteriormente (desalinhados no casamento/relacionamento).
Com uma certa frequência, escuto desabafos de amigos a dizer que são controlados pelo outro elemento do par. Não existe privacidade. Se o telemóvel dá sinal de mensagem ou toca, há uma obsessiva vontade do outro em saber quem é o emissor nesse processo de comunicação. E quando podem, por vezes às escondidas, noutras vezes com uma "lata" desgraçada em perfeita claridade, espreitam à procura de uma possível traição. Quem fala dos telemóveis, aborda também a internet, ter um blog, e-mail ou o perfil no HI5, é motivo para os inquisidores condenarem à fogueira, sem necessidade de julgamento.
Pergunto-me, será isto Amor? Felizes dos nossos pais que viveram a sua juventude, sem a possibilidade de serem internautas ou utilizarem meios móveis de comunicação. Resumindo, e de uma forma jocosa, o progresso, é a grande causa dos relacionamentos falhados.
A base de qualquer relação, é para mim, a confiança. É impossível estar num relacionamento big brotheriano, em que não existe a hipótese de ter momentos a sós com a nossa pessoa. É preciso espaço para se poder respirar convenientemente e também não ter a sensação que estão sempre, sempre, sempre a respirar por cima de nós.
Confiança, facultar ao outro o seu espaço, cumplicidade, companheirismo, são alguns dos ingredientes para que o 1 + 1 se possa realizar.
Não há verdades absolutas, mas já Ovídio no I Séc. DC, dizia na sua "Arte de Amar" ... "se queres prolongar o amor não permitas que a desconfiança te domine em relação à pessoa amada".
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Regresso
Ao final de alguns meses de ausência decidi reactivar a escrita em Blog.
Quero iniciar este "novo filho" com o tema "desalinhados". Todos nós, num determinado momento da nossa vida já nos sentimos pouco alinhados com algo, que pode ser uma pessoa, uma situação, um local ou até mesmo com o nosso umbigo.
Existe facilidade em encontrar estes "desalinhados", uma vez que normalmente, são sempre os mesmos: casamento, emprego, situações sociais, família e a fantástica 1ª pessoa do singular.
Vou começar por abordar uma das "instituições" que para mim mais facilmente desalinha: o casamento!
Talvez por já ter um divórcio no meu "currículo", este é um ponto ao qual confiro uma importância maior. Porque é que um casamento acaba? Porque é que ao final de alguns anos de vida em comum, já temos pouca ou nenhuma paciência para aquela pessoa que se deita connosco todas as noites? Se pensam que vão ter uma resposta às vossas "aflições", podem sair do blog e ir ler um livro de terapia familiar (apesar do resultado final da leitura não ser muito diferente).
Eu tenho uma resposta, tu terás outra, ele terá outra e nenhuma delas encerrará a verdade absoluta, o Santo Graal que prolongaria o casamento/relacionamento.
A minha resposta é: os casais deixam de ser 1 + 1 e passam a utilizar as outras operações aritméticas para definir a vida em conjunto 1 x 1, 1 : 1 e 1 - 1, interessante notar que só a 1ª operação é que dá dois, a 2ª e a 3ª dão como resultado um e a 4ª dá um zero redondo.
Um casal tem de ser na minha opinião 1 + 1, o resultado é dois, mas o mesmo é obtido com a individualidade de ambos. Esta soma acontece porque existe um objectivo, uma vontade, um desejo, sempre comum aos dois.
As outras três operações aritméticas do casamento, até se podem aguentar, mas isso quase sempre sucede devido ao comodismo do presente, medo do futuro, filhos, crenças religiosas ou qualquer outro motivo que seja considerado válido.
Há uns anos atrás lembro-me de 2 bonecos que pareciam o casal perfeito, porque a frase que os caracterizava "Amor é" transmitia segurança, mas poucas coisas são eternas e acabei de saber que já se divorciaram há algum tempo!!!

Amor era ...
Quero iniciar este "novo filho" com o tema "desalinhados". Todos nós, num determinado momento da nossa vida já nos sentimos pouco alinhados com algo, que pode ser uma pessoa, uma situação, um local ou até mesmo com o nosso umbigo.
Existe facilidade em encontrar estes "desalinhados", uma vez que normalmente, são sempre os mesmos: casamento, emprego, situações sociais, família e a fantástica 1ª pessoa do singular.
Vou começar por abordar uma das "instituições" que para mim mais facilmente desalinha: o casamento!
Talvez por já ter um divórcio no meu "currículo", este é um ponto ao qual confiro uma importância maior. Porque é que um casamento acaba? Porque é que ao final de alguns anos de vida em comum, já temos pouca ou nenhuma paciência para aquela pessoa que se deita connosco todas as noites? Se pensam que vão ter uma resposta às vossas "aflições", podem sair do blog e ir ler um livro de terapia familiar (apesar do resultado final da leitura não ser muito diferente).
Eu tenho uma resposta, tu terás outra, ele terá outra e nenhuma delas encerrará a verdade absoluta, o Santo Graal que prolongaria o casamento/relacionamento.
A minha resposta é: os casais deixam de ser 1 + 1 e passam a utilizar as outras operações aritméticas para definir a vida em conjunto 1 x 1, 1 : 1 e 1 - 1, interessante notar que só a 1ª operação é que dá dois, a 2ª e a 3ª dão como resultado um e a 4ª dá um zero redondo.
Um casal tem de ser na minha opinião 1 + 1, o resultado é dois, mas o mesmo é obtido com a individualidade de ambos. Esta soma acontece porque existe um objectivo, uma vontade, um desejo, sempre comum aos dois.
As outras três operações aritméticas do casamento, até se podem aguentar, mas isso quase sempre sucede devido ao comodismo do presente, medo do futuro, filhos, crenças religiosas ou qualquer outro motivo que seja considerado válido.
Há uns anos atrás lembro-me de 2 bonecos que pareciam o casal perfeito, porque a frase que os caracterizava "Amor é" transmitia segurança, mas poucas coisas são eternas e acabei de saber que já se divorciaram há algum tempo!!!

Amor era ...
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